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domingo, 29 de julho de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Nissan Tiida sedã agora vem automático
Nova versão também traz freios ABS e cinto de segurança com pré-tensionador
Antes oferecido pela Nissan somente na versão 1.8 flex com câmbio manual, o Tiida Sedan acaba de ganhar mais uma opção com transmissão automática de quatro velocidades na linha 2013.
O modelo, ainda indisponível no website nacional da marca, já pode ser encontrado nas concessionárias pelo país por R$ 46.290.
Comparado ao modelo com câmbio mecânico, a nova versão é R$ 3.900 mais cara.
Entretanto, a nova opção ainda conta com o acréscimo de freios ABS com EBD (controle eletrônico de frenagem), cinto de segurança com pré-tensionador e limitador de carga.
O Tiida sedã automático também acompanha ar-condicionado, direção elétrica com assistência variável, vidros elétricos com função "um toque" para o motorista, computador de bordo, volante e banco com regulagem de altura, airbag duplo frontal e rodas de liga leve aro 15", entre outros itens.
O novo modelo também mantém o motor 1.8 CVVT 16V flex de até 125 cavalos (cv) e 17,5 kgfm de torque da série manual, que segue custando R$ 42.390.
Antes oferecido pela Nissan somente na versão 1.8 flex com câmbio manual, o Tiida Sedan acaba de ganhar mais uma opção com transmissão automática de quatro velocidades na linha 2013.
O modelo, ainda indisponível no website nacional da marca, já pode ser encontrado nas concessionárias pelo país por R$ 46.290.
Comparado ao modelo com câmbio mecânico, a nova versão é R$ 3.900 mais cara.
Entretanto, a nova opção ainda conta com o acréscimo de freios ABS com EBD (controle eletrônico de frenagem), cinto de segurança com pré-tensionador e limitador de carga.
O Tiida sedã automático também acompanha ar-condicionado, direção elétrica com assistência variável, vidros elétricos com função "um toque" para o motorista, computador de bordo, volante e banco com regulagem de altura, airbag duplo frontal e rodas de liga leve aro 15", entre outros itens.
O novo modelo também mantém o motor 1.8 CVVT 16V flex de até 125 cavalos (cv) e 17,5 kgfm de torque da série manual, que segue custando R$ 42.390.
Renault-Nissan investe US$ 160 milhões na Coreia do Sul
aliança entre as montadoras Renaul e Nissan anunciou nesta sexta-feira um investimento de US$ 160 milhões em sua unidade na Coreia do Sul. A fábrica irá produzir veículos da marca Nissan que, em sua maioria, serão destinados aos Estados Unidos, aproveitando o acordo de livre comércio existente entre os dois países.
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O investimento irá alavancar a produção da fábrica, situada na cidade de Busan, que havia reduzido a produção para 180 mil veículos por ano, bem abaixo da capacidade total de 300 mil veículos por ano da fábrica. O objetivo do investimento é a produção de 80 mil unidades do esportivo Nissan Rogue a partir de 2014.
Com o aumento de produção, a fábrica de Busan se tornará uma das grandes bases de exportação da aliança entre Renault e Nissan, que vem se expandindo para fora da Europa, especialmente na Ásia.
Montadoras japonesas, como a Nissan, têm transferido sua produção para outros países, já que o iene forte diminui o lucro na venda de veículos. Para combater a taxa de câmbio desfavorável, os fabricantes de automóveis japoneses têm cada vez mais movido a produção para países como a Coreia do Sul e a Tailândia.
O movimento também serve para tirar proveito de um acordo comercial que o Japão não tem. A Coreia do Sul tem um acordo de livre comércio com os EUA, e está negociando acordos com o Canadá e México. A Renault foi a primeira montadora europeia a estabelecer operações na Coreia do Sul.
A Renault espera vender mais de metade de seus veículos fora da Europa Ocidental em 2013, acima do recorde de 37% em 2010. A Renault está apontando para 10% de crescimento no mercado na Coreia do Sul neste ano, acima dos 7% registrados no ano passado. A aliança entre Renault e Nissan nasceu em 1999, quando a Nissan estava perto da falência.
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O investimento irá alavancar a produção da fábrica, situada na cidade de Busan, que havia reduzido a produção para 180 mil veículos por ano, bem abaixo da capacidade total de 300 mil veículos por ano da fábrica. O objetivo do investimento é a produção de 80 mil unidades do esportivo Nissan Rogue a partir de 2014.
Com o aumento de produção, a fábrica de Busan se tornará uma das grandes bases de exportação da aliança entre Renault e Nissan, que vem se expandindo para fora da Europa, especialmente na Ásia.
Montadoras japonesas, como a Nissan, têm transferido sua produção para outros países, já que o iene forte diminui o lucro na venda de veículos. Para combater a taxa de câmbio desfavorável, os fabricantes de automóveis japoneses têm cada vez mais movido a produção para países como a Coreia do Sul e a Tailândia.
O movimento também serve para tirar proveito de um acordo comercial que o Japão não tem. A Coreia do Sul tem um acordo de livre comércio com os EUA, e está negociando acordos com o Canadá e México. A Renault foi a primeira montadora europeia a estabelecer operações na Coreia do Sul.
A Renault espera vender mais de metade de seus veículos fora da Europa Ocidental em 2013, acima do recorde de 37% em 2010. A Renault está apontando para 10% de crescimento no mercado na Coreia do Sul neste ano, acima dos 7% registrados no ano passado. A aliança entre Renault e Nissan nasceu em 1999, quando a Nissan estava perto da falência.
domingo, 15 de julho de 2012
A partir de janeiro, carro novo terá de ter rastreador obrigatorio
Após cinco anos de discussões, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) definiu as regras para tornar obrigatória a presença de kits antifurto nos veículos vendidos no País. A partir de janeiro, 20% de todos os automóveis e caminhões novos terão de ter instalados sistemas de bloqueio e rastreamento. Em agosto, serão 100% dos veículos novos. Para as motos, o prazo de adequação para o total da frota vence em janeiro de 2014.
Os sistemas deverão estar instalados nos carros. Mas será opção de cada proprietário decidir se vai ou não pagar para manter o serviço de rastreamento, que deverá ser contratado em uma empresa privada do ramo. Já o bloqueio deverá vir funcional, com a opção de ser acionado diretamente pelo proprietário.
O projeto já havia sido adiado por cinco vezes. Entre os motivos, estava a falta de definição da tecnologia usada para manter a comunicação entre o carro e a central de rastreamento. A Deliberação 128 do Contran, que determinou o novo cronograma, foi publicada há duas semanas.
Cada fabricante (ou importador) de veículo terá de homologar seu modelo no Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Uma busca feita no sistema do órgão mostra que cinco fabricantes já têm seus sistemas homologados. Mas ainda não há certeza quanto ao impacto que a medida trará ao preço dos carros.
Atualmente, as empresas que oferecem esses kits os comercializam por preços que variam entre R$ 200 e R$ 500, mais cerca de R$ 50 mensais pela assinatura dos serviços de rastreamento.
Uma das justificativas para a criação da medida é a possível diminuição do número de furtos de veículos e, consequentemente, do valor dos seguros. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
sábado, 23 de junho de 2012
Carlos Ghosn, da Renault-Nissan, nega boatos sobre renúncia
Brasileiro que preside grupo automotivo afirma que não irá se aposentar
O presidente da Renault-Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, de 58 anos, negou nesta sexta-feira informações divulgadas pela imprensa de que ele estuda deixar o cargo antes do início do próximo plano de negócios da empresa, em 2017.
Na quinta-feira, a Bloomberg noticiou a possível saída do executivo. "Ghosn disse que este é o último plano de negócios de médio prazo que ele vai executar", disse Koji Okuda, porta-voz da empresa. "Precisamos nos preparar para a sua possível partida dentro de um período de até cinco anos", completou.
Na quinta-feira, a Bloomberg noticiou a possível saída do executivo. "Ghosn disse que este é o último plano de negócios de médio prazo que ele vai executar", disse Koji Okuda, porta-voz da empresa. "Precisamos nos preparar para a sua possível partida dentro de um período de até cinco anos", completou.
Nesta sexta-feira, no entanto, o empresário desmentiu os boatos. "Falar sobre renúncia daqui a cinco anos francamente não é um tópico atual no momento", comentou Ghosn em uma entrevista para a Reuters. Ele comanda a Nissan desde 2001.
"Quando se é presidente, é preciso ter duas condições. Primeiro, os acionistas precisam confiar em você e querer que você lidere a companhia. Segundo, é preciso sentir motivação para executar o trabalho. Então, enquanto você tiver esses dois fatores, você continua no cargo. E hoje existem os dois fatores", disse.
Ghosn, que também tem cidadania francesa, repetiu que gostaria que as empresas fossem lideradas por um japonês quando ele deixar o cargo. Ele afirmou que tanto a Nissan quanto sua parceira francesa Renault têm um amplo número de executivos talentosos que podem ser escolhidos para sucedê-lo.
domingo, 17 de junho de 2012
A aliança Renault / Nissan passa por seu melhor momento no Brasil.
Em meio ao desempenhonegativo da indústria – comprometida pelas restrições de crédito e estoques nas alturas -, a dupla franco-nipônica é a única que tem conseguido melhorar suas vendas entre as maiores montadoras instaladas no país.
O desempenho reflete a decisão das marcas de explorar os segmentos de mercado mais populares ou pouco concorridos, junto com a expansão territorial da rede de distribuição.
Com resultados turbinados pelo sucesso do compacto March, a Nissan mais do que dobrou as vendas neste ano e alcançou uma participação de mercado de 3,5%. Por sua vez, a Renault cresce a um ritmo próximo a 30% e vai se consolidando como a quinta marca do país, posição que até 2009 era disputada palmo a palmo com as japonesas Honda, Toyota e a também francesa Peugeot.
As duas compartilham no Brasil uma fábrica em São José dos Pinhais, na Grande Curitiba (PR), a financeira RCI e a cadeia de suprimento de peças.
Também têm mostrado sincronismo no desenvolvimento das vendas no mercado brasileiro ao longo dos últimos dois anos. As duas empresas possuem operações comerciais independentes, mas, juntas, a dupla Renault/Nissan responde por mais de 10% das vendas de carros no mercado brasileiro – já superando a Ford (9,4%), que defende há anos a quarta colocação.
“A Nissan sempre foi muito focada em produtos de alto valor agregado. O acerto da marca foi apostar também no mercado de compactos e sedãs pequenos”, diz Raphael Galante, analista da Oikonomia, consultoria especializada em mercado automotivo. Para Galante, o sucesso da Renault no Brasil também está ligado à estratégia de lançar, com o modelo Duster, um adversário ao Ecosport da Ford no segmento de utilitários esportivos compactos, onde a concorrência praticamente não existia.
Lançado em setembro, o Duster tirou neste ano a liderança do modelo da Ford no mercado de utilitários esportivos, com quase 13 mil unidades emplacadas até maio. Os dados são da Fenabrave, a entidade que representa as concessionárias de veículos.
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