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domingo, 18 de março de 2012
Uma dica importante para seu carro.
Nos dias de hoje, principalmente no Brasil, é bem comum
procurarmos uma peça para
nosso carro mais velhinho, ou até mesmo os mais novos, e não encontrar, a
resposta é sempre a mesma: “Não fabrica mais”,” Só na porta da esperança”, quem
nunca escutou estas frases. Mais como dizia os fundadores da maior empresa de
inovações brasileiras “Seus pobremas se acabaram”, a algum tempo existe uma
ferramenta no mundo da Internet que passou a ser na minha opinião a maior auto
peça do Brasil que é o Site Mercado Livre.
Sem duvidas você vai encontrar o que procura para seu carro la,
seja peças, acessórios, eletrônicos, tunningou até mesmo aquela tampinha do bico de pneu com o
emblema do seu time que você tanto procura (ai também é exagero). Se não achar o
que procura novo com certeza vai achar usado, quando preciso de algo que não
encontro nas auto peças da
minha cidade sempre recorro ao Mercado Livre.
E não é só a quantidade de itens que impressiona, os preços
também muitas vezes estão bem mais baratos que nas auto peças, e você tem a
vantagem de receber o produto em casa. A compra é fácil de fazer e bem seguro, o
que faço para não ter problemas é conferir a qualificação do vendedor e
esclareço todas minhas duvidas antes de comprar algo.
Com certeza esta é uma ferramenta que você tem que usar, já me
ajudou muitas vezes a achar aquela peça que não fabrica mais e que eu só
encontraria na Porta da Esperança. As vezes até acho que o dono do Mercado Livre
é o lendário Sílvio Santos.
Se você quiser se cadastrar e começar a usar o site agora é
só clicar aqui. É de graça…
Se já for cadastrado clique aqui, e fique por dentro das promoções…
Abraços!!!!
FIAT Uno 1.6 MPI: Motor Falhando e Perdendo Força
DEFEITO: Este FIAT Uno 1.6 MPI (Bosch Motronic) estava Falhando muito nas
acelerações e perdendo potência. Além de estar acendendo esporadicamente
a luz que indica anomalias no sistema de injeção eletrônica.
DIAGNOSTICO: como a luz de anomalias estava
ascendendo iniciamos os testes com o rastreamento utilizando o scanner
automotivo e ao acessar a memoria de erros da unidade de comando (UCE) Foi
encontrado um código de falhas indicando “defeito no sensor de
detonação”.
De Posse desta informação iniciamos os testes no próprio
sensor de detonação e logo vimos que o mesmo estava gerando informações
incorretas para a central, fazendo com que a UCE altera-se o Avanço de ignição
(mas especificamente neste caso o avanço esta sendo atrasado)
de forma descontrolada gerando assim as falhas descritas acima.
SOLUÇÃO: Foi feito a substituição do sensor de
detonação e o problema foi resolvido.
Código do sensor de Detonação do FIAT Uno 1.6 MPI
MTE 7008
Problemas graves como este provocados por esta peça são
bem raros por isto em muitos casos nem damos muita atenção a este sensor, mas
neste caso o scanner foi simplesmente fundamental para um diagnostico rápido e
eficaz. Se não fosse por ele a solução deste defeito, sem duvidas, iria durar um
tempo considerável.
Se já teve um problema parecido ou tem alguma colaboração ou
dica, comente, nos ajude a deixar o blog mais rico em informações que poderão ajudar um amigo com dificuldades!
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Avaliação completa do Nissan Versa, venha conhece-lo na Nissan Sansul em Limeira SP
A Nissan resolveu mudar de tamanho no Brasil. E a decisão passa por três passos importantes. Primeiro, introduzir o hatch compacto March no mercado. Depois, anunciar a construção de uma nova fábrica – que será em Resende, no Sul do Rio de Janeiro. E, agora, lançar no mercado brasileiro o sedã Versa, a nova geração Tiida sedã.
O novo três volumes da marca japonesa representa também uma mudança na estratégia de abordagem entre os compactos no Brasil. Agora, a fabricante vai apostar no miolo do segmento – a faixa que fica entre R$ 30 mil e R$ 40 mil.
É aí que se vende a grande maioria dos sedãs compactos por aqui – e onde Fiat Siena e Volkswagen Voyage disputam a liderança do segmento. É na briga com os dois que a Nissan quer ganhar volume. Para isso, teve que apelar para o preço. O novo carro chega às concessionárias em novembro, com valores que começam nos R$ 35.490.
Serão três versões de acabamento. A de entrada é a S e já vem com airbag duplo, direção elétrica progressiva, travas elétricas, computador de bordo, ajuste de altura do banco do motorista e rodas de aço de 15 polegadas. O inevitável opcional do ar-condicionado já aumenta a conta para R$ 37.990.
A intermediária, chamada de SV, adiciona vidros elétricos nas quatro portas, ar-condicionado, retrovisores elétricos, rádio/CD/MP3/iPod e banco traseiro bipartido por R$ 39.990. Ainda existe a topo de linha SL, por R$ 42.900, que recebe ABS, rodas de liga leve de 15 polegadas e faróis de neblina. Ou seja, nem em sua configuração mais cara, o Versa alcança os R$ 44.500 cobrados pelo Tiida sedã.
A estratégia de lançar um carro com preço bem competitivo se explica. A Nissan pretende aumentar a sua participação no mercado que atualmente é de 2%, para 5% em 2015. Isso significa dizer que, no momento, é mais importante para a marca ganhar escala, ter maior representatividade no mercado e se firmar como uma boa opção de compra.
Aí aparece também a importância da nova fábrica que a marca irá construir em Resende e que a partir de 2014 vai produzir 200 mil carros por ano. Na unidade, já foram confirmadas as fabricações tanto do Versa como do March, hatch que tem a mesma plataforma do sedã.
Apesar de ser feito na mesma plataforma, a V, o Versa não é uma “versão sedã” do March. Visualmente os carros se diferem bastante. Enquanto o hatch tem um visual “fofinho”, o três volumes é mais sóbrio. A dianteira tem como destaque a grade em formato trapezoidal com quatro frisos e cromada nas extremidades.
Os faróis são grandes e invadem a lateral do veículo. No perfil não há grandes ousadias. O que mais agrada é o corte diagonal no vidro traseiro. Na parte posterior, o Versa tem lanternas em formato de bumerangue, que escapam para as laterais do veículo.
Na parte mecânica, a Nissan fugiu do segmento de sedãs de entrada e equipou o seu carro com um motor de boa capacidade. Está lá o 1.6 16V com comando variável de válvulas que também está nas versões mais caras do March. Ele desenvolve 111 cv a 5.600 rpm tanto com etanol quanto com gasolina e tem torque de 15,1 kgfm a 4 mil giros. A transmissão é manual de cinco marchas.
A expectativa da Nissan com o seu novo sedã é vender algo como 2 mil carros por mês, média bem superior em relação às 540 unidades mensais desse ano do Tiida sedã – que continuará a existir no mercado brasileiro, assim como no mexicano, onde ambos são feitos.
Se a previsão se concretizar, apenas com os carros da plataforma V, March e Versa, a Nissan vai conseguir dobrar o seu número de vendas no Brasil. Daí se explica tanto barulho que a fabricante está fazendo para os seus novos modelos, focados para a crescente e cobiçada nova classe média brasileira.
Ponto a ponto
Desempenho – O motor mexicano de 111 cv dá vitalidade ao sedã compacto. Com ele, o Versa se torna um modelo até esperto em situações urbanas. Com o comando variável de válvulas, o carro tem força suficientes em baixas rotações. Se for necessária alguma manobra mais ousada, é bom lembrar que a força máxima só surge aos 4 mil giros. Já o câmbio é bem escalonado e preciso. Nota 7.
Estabilidade – O Versa é um carro bem acertado dinamicamente. Tem uma suspensão com rigidez necessária para fazer curvas bem. A carroceria rola pouco, e a sensação de segurança é constante. A comunicação entre rodas e volante também é boa. Nota 7.
Interatividade – A versão testada SL tinha como equipamento de série o que a Nissan chama de Fine Vision, que deixa o painel de instrumentos com iluminação branca e marcadores vermelhos. Com isso, a visibilidade é muito boa. Os comandos são bastante intuitivos, o câmbio tem engates macios e a embreagem tem o peso certo. Falta, no entanto, um volante multifuncional e um ajuste de altura da coluna de direção mais amplo – ela só pode ser ajustada de baixo para mais baixo ainda. Nota 7.
Consumo – Durante o teste, o computador de bordo do Versa marcou uma média de 7,5 km/l de etanol. A Nissan fala em algo bem melhor, na faixa dos 10 km/l em ciclo misto com o combustível derivado da cana-de-açúcar. Nota 7.
ecnologia – O propulsor 1.6 tem quatro válvulas por cilindro e comando variável de válvulas, soluções modernas. Mas, mesmo assim, ele rende apenas 111 cv e tem torque máximo somente em rotações elevadas – limites que propulsores sem esses artifícios já conseguem superar. A plataforma é a V – semelhante à B-zero usada pela Renault – e é utilizada em diversos carros da marca em todo o mundo e bem moderna. Como itens de série, todos os Versa já vem com airbag duplo e direção elétrica. Falta o ar-condicionado de fábrica, equipamento praticamente essencial nesse segmento. Nota 8.
Conforto – É o grande destaque do Versa. A boa distância entre-eixos de 2,60 metros deixa o interior do carro muito espaçoso. Há espaço para cinco ocupantes viajarem sem grandes problemas. Até com os bancos dianteiros em sua posição mais recuada possível, quem fica nos assentos traseiros não chega a encostar a perna no dianteiro. Os bancos também são confortáveis, com ótimo apoio lateral. A suspensão faz bem o seu trabalho e absorve com competência as imperfeições do asfalto. Nota 9.
Habitabilidade – Apesar do excelente espaço interno, a Nissan não se aproveitou disso para criar muitos porta-objetos. O maior e mais útil porta-trecos fica no console central, em frente ao câmbio. Fora isso, é difícil achar um espaço para guardar meros celular e carteira. Todas as portas, no entanto, têm excelente ângulo de abertura, o que facilita a entrada dos ocupantes. O porta-malas leva 460 litros. Nota 7.
Acabamento – É correto. Como era de se esperar, os plásticos são rígidos, mas são bons de se tocar e de se olhar. Os encaixes são precisos e quase não há sinais de rebarbas. As portas têm pedaços revestidos de tecido. Os bancos são de tecido, mas bem acabados e confortáveis. Nota 8.
Design –O desenho do Versa é sóbrio, mas agrada. As linhas são bem harmônicas e mostram desenho bem equilibrado. Destaque para a linha do vidro dianteiro, que termina em um corte diagonal, e para a frente com a grade imponente. Nota 7.
Custo/benefício – É um dos grandes apelos do Versa. De fábrica, o modelo vem bem equipado desde a sua versão de entrada e custa R$ 35.490. Para ganhar ar-condicionado, o Versa pula para R$ 37.990. Para alcançar esse nível de equipamento, Volkswagen Voyage custa R$ 49 mil e Fiat Siena, R$ 48 mil. Ou seja, uma grande vantagem para o sedãzinho da Nissan. Nota 8.
Primeiras impressões - Na medida certa
Campos do Jordão/SP – Durante a apresentação do Versa, a Nissan avisou que desenvolveu o carro para brigar no meio do segmento dos sedãs compactos. Não queria atacar a parte mais popular do mercado, onde o Chevrolet Classic reina, e nem a parte mais requintada, onde estão Volkswagen Polo, Honda City e Fiat Linea. Portanto, era preciso criar um carro bem competitivo para superar rivais já bem estabelecidos no mercado, como Fiat Siena e Volkswagen Voyage. E nessa tarefa, a marca nipônica foi bem.
O design pode até não empolgar muito – lembra um Tiida sedã mais arrumadinho, com desenho bem mais inspirado na traseira –, mas o porte impressiona. Mesmo visto de fora, o Versa é espaçoso. E o espaço interno é farto para todo mundo. Mesmo quem for no banco traseiro não precisa se preocupar em bater a perna no assento dianteiro. Um quinto ocupante viaja sem problemas, já que quase não há túnel central. Atrás, o único ponto negativo é um ressalto no teto nas laterais, que faz com que os mais altos acabem encostando a cabeça. Quem viaja na frente vai muito confortável. A marca usou bancos com apoios laterais, que ajudam a segurar os ocupantes no lugar durante as curvas. A cabine ainda revela um acabamento bem cuidado, com materiais de bom toque e bem encaixados
Em movimento, o sedã se mostra mais discreto. O motor 1.6 16V até move o Versa com fôlego, mas apenas suficiente para um comportamento correto nas cidades. Apesar de ter comando variável de válvulas, ele só tem o seu torque máximo disponível em 4 mil giros, uma faixa pouco usada no uso urbano. O câmbio manual de cinco velocidades é outro que mostra qualidade. Ele é bem escalonado e tem engates precisos.
No comportamento da suspensão, assim como no desenho, a Nissan não ousou. Procurou um acertou neutro, entre o muito rígido e bom de curvas e o muito molenga que favorece o conforto. O resultado é que o Versa fica realmente no meio termo. Nas curvas, até rola pouco, mas não inspira nenhum tipo de direção mais ousada. Já os buracos são superados com conforto, sem passar grandes solavancos para o interior da cabine.
Ficha técnica - Nissan Versa
Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.598 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando variável de válvulas. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio manual de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.
Potência máxima: 111 cv a 5.600 rpm com etanol e gasolina.
Aceleração 0-100 km/h: 11,1 segundos com gasolina e 10,7 segundos com etanol.
Velocidade máxima: 189 km/h.
Torque máximo: 15,1 kgfm a 4 mil rpm com etanol e gasolina.
Diâmetro e curso: 78 mm X 83,6 mm. Taxa de compressão: 9,8:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson com barra estabilizadora. Traseira por eixo de torção com barra estabilizadora e molas helicoidais.
Pneus: 185/65 R15.
Freios: Discos ventilados na frente e tambor atrás. Oferece ABS com EBD na versão SL.
Carroceria: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,45 metros de comprimento, 1,69 m de largura, 1,51 m de altura e 2,60 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais de série.
Peso: 1.069 kg.
Capacidade do porta-malas: 460 litros.
Tanque de combustível: 41 litros.
Produção: Aguascalientes, México.
Lançamento mundial: 2011.
Lançamento no Brasil: 2011.
Itens de série: Ar-quente, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, conta-giros, direção elétrica, tampa de combustível com abertura interna, volante com regulagem de altura, rodas de aço de 15 polegadas, airbag duplo, cintos de segurança de três pontos com pré-tensionadores e travas elétricas.
Preço inicial: R$ 35.490.
Por Auto Press
sábado, 28 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Algumas Siglas Automotivas e seus significados:
Além de movimentar zilhões na economia mundial, o mercado automotivo também é responsável pelo desenvolvimento de inúmeras tecnologias. Os equipamentos desenvolvidos pelas companhias têm, geralmente, nomes que definem exatamente a sua função como “Anti-lock Braking System” (ABS) ou “Four Wheel Drive” (4WD). Para identificar mais facilmente a presença destes sistemas nos veículos e diminuir o vínculo com o idioma do nome de cada sistema, a adoção de siglas serviu como uma luva, facilitando a “promoção” dos features de cada modelo e a identificação pelos reparadores de alguns equipamentos presentes. Confira o significado das siglas mais vistas nas ruas, comerciais e oficinas.
ABS
Vem do inglês “Anti-lock Braking System” e quer dizer sistema de freio antitravamento. Por meio de sensores instalados nas rodas a informação sobre uma frenagem brusca é encaminhada a uma central eletrônica, que determina a soltura do freio seletivamente. Esse movimento permite a roda girar sem travar. O ciclo de aplicação e desaplicação se alterna e pode se repetir muitas vezes por segundo.
Vem do inglês “Anti-lock Braking System” e quer dizer sistema de freio antitravamento. Por meio de sensores instalados nas rodas a informação sobre uma frenagem brusca é encaminhada a uma central eletrônica, que determina a soltura do freio seletivamente. Esse movimento permite a roda girar sem travar. O ciclo de aplicação e desaplicação se alterna e pode se repetir muitas vezes por segundo.
EAS
A sigla EAS significa Eletronic Actuation System. É um sistema de controle de tração e também de altura do carro em relação ao solo. Também atua ao mesmo tempo como um auxiliar do ABS, agindo mesmo que o pedal não seja levado ao fundo. Sua função em condições extremas de frenagem é controlar a altura do veículo.
A sigla EAS significa Eletronic Actuation System. É um sistema de controle de tração e também de altura do carro em relação ao solo. Também atua ao mesmo tempo como um auxiliar do ABS, agindo mesmo que o pedal não seja levado ao fundo. Sua função em condições extremas de frenagem é controlar a altura do veículo.
CVT
Abreviação de “Continuously Variable Transmission” em inglês, significa câmbio continuamente variável. É um tipo de transmissão em que as relações de marcha variam continuamente, bem diferente dos tradicionais com marchas fixas. A variação ocorre por meio de polias ligadas por uma correia especial e controladas eletronicamente.
Abreviação de “Continuously Variable Transmission” em inglês, significa câmbio continuamente variável. É um tipo de transmissão em que as relações de marcha variam continuamente, bem diferente dos tradicionais com marchas fixas. A variação ocorre por meio de polias ligadas por uma correia especial e controladas eletronicamente.
DOHC
Sigla proveniente da expressão “Double Overhead Camshaft”, que em português quer dizer duplo comando de válvulas no cabeçote do motor.
Sigla proveniente da expressão “Double Overhead Camshaft”, que em português quer dizer duplo comando de válvulas no cabeçote do motor.
OHC
Sigla para determinar um tipo de motor cujo comando de válvulas fica posicionado no cabeçote. Sua origem vem do inglês “Overhead Camshaft”.
Sigla para determinar um tipo de motor cujo comando de válvulas fica posicionado no cabeçote. Sua origem vem do inglês “Overhead Camshaft”.
OHV
Vem do inglês “Overhead Valves”, um tipo de motor que conta com válvulas de admissão e exaustão no cabeçote.
Vem do inglês “Overhead Valves”, um tipo de motor que conta com válvulas de admissão e exaustão no cabeçote.
SOHC
Vem da sigla “Single Overhead Camshaft”, que representa o tipo de motor com apenas um comando de válvulas no cabeçote.
Vem da sigla “Single Overhead Camshaft”, que representa o tipo de motor com apenas um comando de válvulas no cabeçote.
ECM
Significa módulo eletrônico de controle, que vem das iniciais de “Eletronic Control Module”. É muito utilizado para denominar o módulo que gerencia a injeção e a ignição dos motores.
Significa módulo eletrônico de controle, que vem das iniciais de “Eletronic Control Module”. É muito utilizado para denominar o módulo que gerencia a injeção e a ignição dos motores.
ECU
Em si é o mesmo que ECM, mas vem do inglês “Eletronic Control Unit”, ou seja unidade eletrônica de controle.
Em si é o mesmo que ECM, mas vem do inglês “Eletronic Control Unit”, ou seja unidade eletrônica de controle.
EFI
Vem do inglês “Eletronic Fuel Injection”, traduzindo fica injeção eletrônica de combustível. Normalmente é associada ao tipo de injeção monoponto e é uma nomenclatura utilizada pela General Motors.
Vem do inglês “Eletronic Fuel Injection”, traduzindo fica injeção eletrônica de combustível. Normalmente é associada ao tipo de injeção monoponto e é uma nomenclatura utilizada pela General Motors.
MPFI
Também utilizada pela General Motors, significa “Multi-Point Fuel Injection”, que para o português traduz-se em Injeção Eletrônica Multi Ponto, indicando veículos que utilizam um bico injetor para cada cilindro. Em outras montadoras pode-se encontrar variações do mesmo sistema como Mi ou MPI.
Também utilizada pela General Motors, significa “Multi-Point Fuel Injection”, que para o português traduz-se em Injeção Eletrônica Multi Ponto, indicando veículos que utilizam um bico injetor para cada cilindro. Em outras montadoras pode-se encontrar variações do mesmo sistema como Mi ou MPI.
EGR
Significa “Exhaust Gas Recirculation” em inglês e ao passar para o português temos recirculação dos gases do escapamento. Esse dispositivo tem a finalidade de reconduzir uma parcela dos gases de escapamento ao coletor de admissão, que os coloca novamente no motor a fim de reduzir a emissão de poluentes.
Significa “Exhaust Gas Recirculation” em inglês e ao passar para o português temos recirculação dos gases do escapamento. Esse dispositivo tem a finalidade de reconduzir uma parcela dos gases de escapamento ao coletor de admissão, que os coloca novamente no motor a fim de reduzir a emissão de poluentes.
ESP
Essa é uma marca registrada pela Daimler Chrysler e tem a função de reconduzir o automóvel a trajetória original em caso de desestabilização, seja ela no eixo traseiro ou dianteiro. A sigla vem do inglês “Eletronic Stability Program”, ou programa eletrônico de estabilidade.
Essa é uma marca registrada pela Daimler Chrysler e tem a função de reconduzir o automóvel a trajetória original em caso de desestabilização, seja ela no eixo traseiro ou dianteiro. A sigla vem do inglês “Eletronic Stability Program”, ou programa eletrônico de estabilidade.
EPS
Vem do inglês Electric Power Steering, que significa direção eletricamente assistida. Na prática, esse equipamento é uma opção de direção e sua função é tornar o manuseio do volante mais leve em baixas velocidades, o que facilita em manobras, e mais preciso em altas velocidades, o que transmite segurança.
Vem do inglês Electric Power Steering, que significa direção eletricamente assistida. Na prática, esse equipamento é uma opção de direção e sua função é tornar o manuseio do volante mais leve em baixas velocidades, o que facilita em manobras, e mais preciso em altas velocidades, o que transmite segurança.
FWD
Serve para designar carros de tração dianteira e provém do inglês “Front-Wheel Drive”.
Serve para designar carros de tração dianteira e provém do inglês “Front-Wheel Drive”.
RWD
Significa “Rear-Wheel Drive”, que nada mais é a representação de carro com tração traseira.
Significa “Rear-Wheel Drive”, que nada mais é a representação de carro com tração traseira.
4WD
É o termo que define o carro com tração nas quatro rodas. Vem do inglês “Four-Wheel Drive”.
É o termo que define o carro com tração nas quatro rodas. Vem do inglês “Four-Wheel Drive”.
4WIS
O inglês “Four-Wheel independent Suspension” representa o tipo de suspensão independente nas quatro rodas. No Brasil, ficou muito conhecido por ser um termo empregado pela marca Gurgel para confundir os motoristas. Muitos achavam que o termo seria uma representação de tração nas quatro rodas, mas na verdade a Gurgel nunca teve um carro com tração 4X4. Esse termo nunca foi utilizado por outra marca.
O inglês “Four-Wheel independent Suspension” representa o tipo de suspensão independente nas quatro rodas. No Brasil, ficou muito conhecido por ser um termo empregado pela marca Gurgel para confundir os motoristas. Muitos achavam que o termo seria uma representação de tração nas quatro rodas, mas na verdade a Gurgel nunca teve um carro com tração 4X4. Esse termo nunca foi utilizado por outra marca.
SUV
É a nomenclatura que designa os veículos utilitários esportivos. Provém do Inglês “Sport Utility Vehicle”
É a nomenclatura que designa os veículos utilitários esportivos. Provém do Inglês “Sport Utility Vehicle”
SAV
“Sport Activity Vehicle” é uma nova categoria de veículos. Criada pela alemã BMW, esta sigla indica um veículo que propõe-se a ser tão eficiente quanto uma pickup e, ao mesmo tempo, manter o conforto e o luxo de um sedan como os da própria montadora.
“Sport Activity Vehicle” é uma nova categoria de veículos. Criada pela alemã BMW, esta sigla indica um veículo que propõe-se a ser tão eficiente quanto uma pickup e, ao mesmo tempo, manter o conforto e o luxo de um sedan como os da própria montadora.
S.W.
“Station Wagon” é o tipo de versão que, aqui no Brasil, conhecemos como “perua”. Por exemplo:
a Parati é versão SW do Gol
o Palio Weekend é a versão SW do Palio
a Ipanema é a versão SW do Kadett, e assim por diante.
“Station Wagon” é o tipo de versão que, aqui no Brasil, conhecemos como “perua”. Por exemplo:
a Parati é versão SW do Gol
o Palio Weekend é a versão SW do Palio
a Ipanema é a versão SW do Kadett, e assim por diante.
AFU
O nome se refere às iniciais de “Assistance au Freinage d’Urgence”, o que quer dizer assistência a frenagem de emergência. Oriundo do francês, esse termo é aplicado em equipamento dos carros do grupo PSA Peugeot Citroen. Sua finalidade é acentuar a aplicação dos freios nas freadas fortes.
O nome se refere às iniciais de “Assistance au Freinage d’Urgence”, o que quer dizer assistência a frenagem de emergência. Oriundo do francês, esse termo é aplicado em equipamento dos carros do grupo PSA Peugeot Citroen. Sua finalidade é acentuar a aplicação dos freios nas freadas fortes.
ARI
Trata-se de um sistema que fornece informações via rádio. Vem do inglês “Automatic Radio Information”. O objetivo é informar motoristas sobre condições de estradas, desvios, congestionamentos, etc. Existe um modelo similar proveniente da Alemanha com o nome de RDS “Radio Data System”.
Trata-se de um sistema que fornece informações via rádio. Vem do inglês “Automatic Radio Information”. O objetivo é informar motoristas sobre condições de estradas, desvios, congestionamentos, etc. Existe um modelo similar proveniente da Alemanha com o nome de RDS “Radio Data System”.
BAS
São as iniciais de “Brake Assist” em inglês. Significa sistema de assistência de frenagem e é muito utilizado nos carros Mercedes-Benz. Esse dispositivo consiste em uma aplicação adicional de força no cilindro mestre dos freios quando em situação de emergência. Com esse equipamento os carros da marca alemã conseguiram reduzir a distância percorrida ao ser acionado os freios.
São as iniciais de “Brake Assist” em inglês. Significa sistema de assistência de frenagem e é muito utilizado nos carros Mercedes-Benz. Esse dispositivo consiste em uma aplicação adicional de força no cilindro mestre dos freios quando em situação de emergência. Com esse equipamento os carros da marca alemã conseguiram reduzir a distância percorrida ao ser acionado os freios.
CFC
É uma representação de clorofluorcarbono, o nome químico dado ao gás usado nos condicionadores de ar dos veículos no passado. O nome correto é Freon-12, mas esse gás foi eliminado dos sistemas de automóveis e também em residências e refrigeradores devido aos danos que provoca na camada de ozônio. O gás que o substituiu é o Freon R134a.
É uma representação de clorofluorcarbono, o nome químico dado ao gás usado nos condicionadores de ar dos veículos no passado. O nome correto é Freon-12, mas esse gás foi eliminado dos sistemas de automóveis e também em residências e refrigeradores devido aos danos que provoca na camada de ozônio. O gás que o substituiu é o Freon R134a.
DIN
A sigla consiste na representação de “Deutsche Institut fur Normung” em alemão, que traduzindo significa Instituto Alemão de Normatização. Uma das normas mais conhecidas é a de potência dos motores, que é obtida no dinamômetro.
A sigla consiste na representação de “Deutsche Institut fur Normung” em alemão, que traduzindo significa Instituto Alemão de Normatização. Uma das normas mais conhecidas é a de potência dos motores, que é obtida no dinamômetro.
EBD
São as iniciais de “Eletronic Brake Force Distribuition” em inglês. Nada mais é que distribuição eletrônica da força de frenagem. Trata-se de um sistema de controle da força da frenagem nos eixos dianteiro e traseiro. É utilizado como auxiliar complementar do ABS para proporcionar melhor distribuição das forças empregadas na franagem.
São as iniciais de “Eletronic Brake Force Distribuition” em inglês. Nada mais é que distribuição eletrônica da força de frenagem. Trata-se de um sistema de controle da força da frenagem nos eixos dianteiro e traseiro. É utilizado como auxiliar complementar do ABS para proporcionar melhor distribuição das forças empregadas na franagem.
EDC
Serve para representar as iniciais de “Eletronic Desaceleration Control”. Em português é controle eletrônico de desaceleração. É um sistema utilizado pela BMW para evitar o fechamento abrupto do acelerador, o que evita o efeito frenante nas rodas traseiras quando essas são motrizes, o que é capaz de provocar derrapagens.
Serve para representar as iniciais de “Eletronic Desaceleration Control”. Em português é controle eletrônico de desaceleração. É um sistema utilizado pela BMW para evitar o fechamento abrupto do acelerador, o que evita o efeito frenante nas rodas traseiras quando essas são motrizes, o que é capaz de provocar derrapagens.
HUD
Trata-se de um mostrador projetado no vidro, um dispositivo eletrônico que veio da aviação. Por meio desse equipamento é possível fazer a leitura de um instrumento apenas olhando o pára-brisa na linha de visão do motorista. Pode ser o velocímetro ou conta giros. O termo vem do inglês “Head-up Display”.
Trata-se de um mostrador projetado no vidro, um dispositivo eletrônico que veio da aviação. Por meio desse equipamento é possível fazer a leitura de um instrumento apenas olhando o pára-brisa na linha de visão do motorista. Pode ser o velocímetro ou conta giros. O termo vem do inglês “Head-up Display”.
PDC
As iniciais representam “Parking Distance Control”, que significa controle de distância ao estacionar. É um dispositivo conhecido por sensor de estacionamento que ajuda o motorista, através de sinais sonoros, a ter mais noção da distância de objetos durante as mais variadas manobras.
As iniciais representam “Parking Distance Control”, que significa controle de distância ao estacionar. É um dispositivo conhecido por sensor de estacionamento que ajuda o motorista, através de sinais sonoros, a ter mais noção da distância de objetos durante as mais variadas manobras.
RDS
É um sistema de informações via rádio. Vem do inglês “Radio Data System” e teve seu início na Alemanha com a finalidade de informar o motorista sobre condições de estradas, congestionamentos, etc. Alguns modelos também dispõe deste dispositivo em carros no Brasil.
É um sistema de informações via rádio. Vem do inglês “Radio Data System” e teve seu início na Alemanha com a finalidade de informar o motorista sobre condições de estradas, congestionamentos, etc. Alguns modelos também dispõe deste dispositivo em carros no Brasil.
Fonte: G1
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